Estudo da morte do IML auxilia na resolução de casos em SP

Estudo da morte do IML auxilia na resolução de casos em SP

O Instituto Médico Legal realizou 32.910 necropsias em todo o Estado de São Paulo durante o ano passado. O processo, que gera laudos sobre corpos, faz parte da tanatologia, ciência que estuda a morte e é a base do trabalho do órgão da Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC). Essa análise é fundamental para a resolução de crimes e mortes suspeitas.

Exemplo disso foi um caso envolvendo uma adolescente de 15 anos, cujo nome é preservado por conta das características da ocorrência. A garota foi encontrada morta em sua casa. A suspeita da polícia era de que ali havia acontecido um homicídio doloso (intencional), ainda que ela estivesse pendurada por uma corda ligada ao teto.

“Ela estava com a mão entre o pescoço e a corda, como se quisesse pedir ajuda ou fugir de um agressor, o que motivou a suspeita de homicídio”, relata Marília de Deus Dias Vieira, coordenadora  da Tanatologia em todas as 85 unidades do IML no Estado.
Com os exames, foi possível descobrir que, na verdade, a garota havia se arrependido do suicídio que cometeu, e tentou evitar o sufocamento puxando as cordas. O tipo de crime foi modificado, então, de homicídio para suicídio. (Fonte: SSP)

 

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