Prática bem sucedida de intubação com Succinilcolina versus Rocurônio

In Departamentos de Emergência ao redor do mundo, intubação é realizado e é um procedimento crítico por causa de suas circunstâncias e, é claro, por causa da gravidade do paciente.

As intubações com DE geralmente envolvem intubação rápida em sequência, com co-administração de um agente sedativo e um medicamento paralítico, no entanto, também existe uma segunda maneira de intubar, ou seja, com o uso de succinilcolina versus rocurônio.

Para facilitar o sucesso rápido da primeira passagem e mitigar os eventos adversos, é importante a obtenção rápida das condições ideais de intubação. A paralisia pode influenciar a taxa de sucesso em caso de uso de succinilcolina e rocurônio. Embora a literatura sobre anestesia sugira melhores condições para sequência rápida do processo com succinilcolina que rocurônio, o melhor paralítico para a sequência rápida de DE permanece desconhecido.

Objetivo do estudo

Embora a succinilcolina e o rocurônio sejam utilizados para facilitar a intubação rápida de sequência no departamento de emergência (DE), a diferença de taxa de sucesso da intubação entre eles é desconhecido. Comparamos o sucesso da intubação de primeira passagem entre a intubação por sequência rápida de DE facilitada pela succinilcolina versus rocurônio.

 

Métodos

Analisamos dados coletados prospectivamente do National Emergency Airway Registry, um registro multicêntrico que coleta dados de todas as intubações realizadas em 22 DEs.

Foram incluídos pacientes com idade superior a 14 anos que receberam succinilcolina ou rocurônio em 2016. Comparamos o sucesso da intubação de primeira passagem entre pacientes que receberam succinilcolina e aqueles que receberam rocurônio.

Também comparamos a incidência de eventos adversos (parada cardíaca, traumatismo dentário, lesão direta das vias aéreas, disritmias, epistaxe, intubação esofágica, hipotensão, hipóxia, sangramento iatrogênico, falha do laringoscópio, laringoespasmo, laceração labial, intubação do brônquio principal, hipertermia maligna, erro de medicação, laceração faríngea, pneumotórax, falha do manguito do tubo endotraqueal e vômitos).

Realizamos análises de subgrupos estratificadas por dose paralítica baseada em peso.

Resultados

Havia 2,275 intubações de sequência rápida facilitada pela succinilcolina e 1,800 pelo rocurônio. Os pacientes que receberam succinilcolina eram mais jovens e mais propensos a se submeter ao processo com videolaringoscopia e por profissionais mais experientes.

A taxa de sucesso na primeira passagem foi de 87.0% com succinilcolina versus 87.5% com rocurônio (odds ratio ajustada 0.9; intervalo de confiança de 95% 0.6 a 1.3). A incidência de qualquer evento adverso também foi comparável entre esses agentes: 14.7% para succinilcolina versus 14.8% para rocurônio (odds ratio ajustada 1.1; intervalo de confiança de 95% 0.9 a 1.3). Observamos resultados semelhantes quando estratificados por dose paralítica baseada em peso.

Conclusão

Nesta grande série observacional, não detectamos uma associação entre escolha paralítica e sucesso na sequência rápida de primeira passagem ou eventos adversos peri-intubação.

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autores

    • Michael D. April, MD, DPhil
    • Allyson Arana, PhD
    • Daniel J. Pallin, MD, MPH
    • Steven G. Schauer, DO, MS
    • Andrea Fantegrossi, MPH
    • Jessie Fernandez, BS
    • Joseph K. Maddry, MD
    • Shane M. Summers, MD
    • Mark A. Antonacci, MD

 

 

FONTE

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