Ebola na Serra Leoa, uma suspeita poderia matá-lo

Diário do Ebola Guardião: 'Há relatos de pessoas desaparecendo na floresta para morrer'

A Serra Leoa tem seu primeiro call center. O número para alcançá-lo é 117. Você pode ligar para informar que sua mãe está doente ou que seu irmão está morto. É uma ligação que ninguém quer fazer, mas cartazes, jornais e transmissões de rádio pedem que você atenda o telefone - pelo seu bem e pela sua família, mas além disso, pelo bem de todos os outros que você conhece e não conhece.

É uma pergunta difícil, porque essa ligação leva a lares em quarentena e centros de detenção para pessoas com suspeita de Ebola, onde as pessoas que têm o vírus estão dividindo quartos com aqueles que acabam tendo outra coisa. Existe uma possibilidade real de você entrar com malária e pegar o Ebola. É do interesse público que você faz essa ligação. Mas não surpreende que algumas pessoas hesitem e outras corram e se escondam.

Nos escritórios do British Council, que, como tantos outros prédios públicos em Freetown, foram invadidos em tempos de guerra pela campanha contra o inimigo mortal dentro dela, está Victoria Parkinson, da Africa Governance Initiative, criada por Tony Blair. Há alguns anos fornece assessores aos governos de seis países, incluindo os três atualmente devastados pelo Ebola - Guiné, Libéria e Serra Leoa. CONTINUE NO GUARDIÃO ONLINE

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