Surto de Ebola: Medo de infecções produzem

MONROVIA, julho 28, 2014 (AFP) - A presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf anunciou o fechamento da maioria das Fronteiras terrestres do país atingidas pelo ebola, com rigoroso exames médicos sendo intensificado nos aeroportos e nas principais rotas comerciais.

A medida surge quando a Libéria luta para conter um surto de vírus tropical que infectou algumas pessoas da 1,100 em quatro países da África Ocidental e deixou a 660 morta em toda a região desde o início do ano.

O alarme disparou no oeste da África na segunda-feira devido ao mais mortal surto do vírus Ebola, com Médico americano e um missionário contratação do doença in Libéria e a morte da primeira vítima da capital de Serra Leoa, Freetown.

"Todas as fronteiras da Libéria serão fechadas, com exceção dos principais pontos de entrada", disse o presidente em um comunicado no domingo que isentava o aeroporto internacional de Monróvia, um aeroporto provincial e três grandes passagens de fronteira.

"Nesses pontos de entrada, centros de prevenção e testes serão estabelecidos", afirmou o presidente em comunicado no domingo.

A Libéria viu mortes de Ebola no 127, que causam febre e dores musculares, vômitos, diarréia e, nos piores casos, falência de órgãos e sangramento incontrolável.

"Uma nova política de viagens da Autoridade Aeroportuária da Libéria, cobrindo a inspeção e os testes de todos os passageiros que entram e saem, será rigorosamente observada", disse Sirleaf no comunicado.

O governo também proibiu reuniões públicas de qualquer tipo, incluindo eventos e manifestações, observou.

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