Imigração, prostituição, drogas e escravidão em um centro de refugiados na Itália

É uma investigação do L'Espresso, a publicação semanal na qual o jornalista "incorporado", Fabrizio Gatti, destaca um grande problema no terceiro setor italiano hoje. Imagens provenientes de CARA di Borgo Mezzanone, arredores Foggia faça-nos saber a seriedade do problema. Lá, os imigrantes que chegaram do Mar Mediterrâneo se tornam "números" para o grupo de cooperativas vermelhas e brancas que compõem o grupo "Sisifo" e o grupo "Senis Hospes".

Manter as pessoas da 636 (mesmo que o repórter afirme que são ainda mais) lotadas como animais dentro do terceiro centro dos requerentes de asilo italianos faz com que as cooperativas ganhem euros com a 14.000 por dia.

O Diário de Fabrizio Gatti é um duro golpe para o terceiro setor. Ele descreve claramente como, a fim de aumentar os benefícios devidos a milhões de euros da 15 auferidos pela licitação, (mais outros lucros especiais), o campo se tornou algo pior do que as favelas ilegais que, também na província de Foggia, forneciam (e fornecem agora) escravos dos campos de tomate.
Portanto, o grupo de pessoas que foram levadas para o CARA é usado pelos “gângsteres nigerianos para vender as meninas”, fornecer “trabalhadores ilegais” para a agricultura e reunir cães de bandeja. E quem sabe o que mais.

O inquérito está em italiano e você pode encontrá-lo aqui: L'Espresso

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